quarta-feira, 1 de agosto de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Qual país vai puxar a recuperação da economia global?
No rescaldo da crise financeira global, países como Alemanha, China e
Brasil foram os motores que mantiveram a economia global em expansão.
Mas, dados recentes de seu desempenho sugerem que eles estão perdendo
força. O Banco Mundial prevê uma recuperação econômica branda, com um crescimento global médio na casa de 2,5%. Mas dentro desse cenário há uma clara diferença entre países em
desenvolvimento, que devem crescer cerca de 5,3%, e economias
desenvolvidas, onde a taxa média deve ser de 1,4%. Já o FMI espera um crescimento global na casa dos 3,5%. Para o órgão,
economias em desenvolvimento devem crescer 5,6% enquanto os países
desenvolvidos devem atingir taxas de 1,4%.
CHINA
No segundo trimestre deste ano, seu crescimento diminuiu para 7,6%. A
meta de crescimento anual caiu para menos de 8% pela primeira vez nos
últimos dez anos. O crescimento do PIB no segundo trimestre aponta para continuidade da desaceleração da potência asiática. O crescimento caiu para 7,6% no período entre abril e junho --seu pior
ritmo desde o início da crise global e abaixo da expectativa anual do
governo e do FMI (Fundo Monetário Internacional), de 8%. O país é considerado o maior mercado de exportação para muitas empresas
--como BMW, Carrefour e Burberry-- e a desaceleração deve prejudicá-las. O arrefecimento do crescimento na China e na Índia indica que os países
de toda região asiática devem seguir pelo mesmo caminho de desaceleração
(exceto pela Tailândia e pelas Filipinas, que se beneficiam de custos
mais baixos de mão de obra e atraíram empresas estrangeiras). Em março, Pequim reduziu sua meta de crescimento anual para 7,5% - sendo
que desde 2004 o índice não caía para um patamar menor que 8%. Além disso, recentemente, o Banco Central da China cortou as taxas de
juros duas vezes em menos de um mês - com o objetivo de sustentar o
crescimento. A China gozava de um superaquecimento de sua economia impulsionado por
uma bolha imobiliária e por investimentos do governo em projetos de
infra-estrutura. A economia chinesa está agora sobrecarregada com excesso de capacidade, aumento da dívida e acúmulo de estoques nos armazéns.
ZONA DO EURO
Taxa de desemprego: 11,1% Mais de 3 milhões de de pessoas com idades
entre 15 e 24 anos estão desempregadas A economia da zona do euro deve
retrair 0,3% neste ano O PIB da Alemanha deve crescer 1% neste ano,
segundo o FMI. A zona do euro está dividida entre os países nortistas relativamente
mais ricos (Alemanha, Holanda, Finlândia e França) e os sulistas
atolados em crises (Grécia, Itália, Portugal e Espanha). O euro atingiu seu patamar mais baixo em dois anos em relação ao dólar.
Os investidores se preocupam com resultados fracos e planos de resgate
para países em crise - incluindo o mais recente, que pretende salvar os
bancos da Espanha. O Banco Central Europeu pela primeira vez reduziu valores de taxas para
menos de 1%, em uma tentativa de incentivar empréstimos corporativos e
domésticos. Para tranquilizar investidores, a Espanha anunciou uma nova rodada de
medidas de austeridade que incluem aumento de impostos e cortes de
gastos. Até a Alemanha, que gozou de baixos índices de desemprego graças à sua
competente indústria manufatureira, foi incapaz de se manter longe da
crise da dívida que assola a região. Atualmente, até seu mercado de trabalho vem demonstrando desenvolvimento
mais lento. O índice de desemprego aumentou por três meses
consecutivos, atingindo 6,8% em junho. Enquanto isso, as exportações alemãs para a China, que atingiam dois dígitos, agora estão em 6%.
ESTADOS UNIDOS
Os EUA enfrentam um "abismo fiscal" com o fim das reduções fiscais A taxa de desemprego está em 2% O PIB deve crescer 2% em 2012 A economia dos EUA teve um crescimento de apenas 80 mil empregos em
junho - o que indica uma fraqueza persistente no mercado de trabalho,
fator que pode prejudicar as chances de reeleição do presidente Barack
Obama. A taxa de desemprego ficou presa em 8,2% (para os negros chegou a 14,4%). Como os países europeus, os EUA acumulam dívidas que chegam a 70% de seu PIB. O país também se aproxima de um "abismo", na medida em que combina
aumento de impostos e cortes de gastos programados para o próximo ano. O resultado deve ser uma recessão provocada pela austeridade. Segundo o
senador democrata Max Baucus, essa política pode levar a uma crise
fiscal semelhante à vivenciada pela Europa. Além disso, semelhante às divergências que ocorrem na zona do euro,
republicanos e democratas têm sido incapazes de chegar a acordo sobre um
plano para evitar o resultado desanimador. Segundo projeção do FMI, a economia americana deve crescer 2% neste ano
--índice mais baixo que o esperado em outras economias desenvolvidas,
como o Japão (2,4%) e o Canadá (2,1%). Para estimular o crescimento, os EUA têm tomado medidas pouco ortodoxas
como a operação Twist, um programa de compra de títulos que visa
derrubar o valor das hipotecas e das taxas de empréstimo.
BRASIL
O FMI prevê crescimento do PIB de 2,5% em 2012 A inadimplência de empréstimos aumentou para 6% em maio. Gastos governamentais e exportação de commodities, como soja e minérios,
para países da Ásia impulsionaram o Brasil para a posição de 6º
economia do mundo. Mas o alto ritmo de crescimento, que chegou a atingir 7,5% em 2010, parece ter perdido a força. A economia estagnou em maio, após uma queda inesperada de vendas no
varejo - tornando o desempenho do Brasil o pior entre os Brics. O FMI prevê para o país um crescimento de 2,5% neste ano - índice
inferior à média mundial de 3,5%. O Banco do Brasil espera um resultado
abaixo de 2,5%. A queda nas vendas do varejo deu origem a temores sobre o modelo de
crescimento puxado pelo consumo interno, que vem sendo incentivado por
rendas maiores e crédito fácil. A quantidade de empréstimos não pagos atingiu um pico em maio, mostrando
como os brasileiros estão lutando cada vez mais para manter suas
dívidas sob controle. Isso levou o Banco Central a reduzir a taxa de juros para 8% (a oitava queda consecutiva).
ÍNDIA
A inflação atingiu o patamar mais alto entre os Brics. A produção industrial cresceu 2,4% em maio. A economia da Índia cresceu a uma taxa anual de 5,3% entre janeiro e março, seu ritmo mais lento em nove anos. A inflação tem sido uma das maiores preocupações dos formuladores de políticas da Índia nos últimos dois anos. O Banco Central indiano tomou várias medidas na tentativa de controlar o
aumento dos preços, incluindo treze aumentos da taxa de juros desde
março de 2010. De acordo com dados divulgados na semana passada, o índice de preços no
atacado da Índia (a principal medida de preços ao consumidor no país)
subiu 7,55% em maio em relação ao ano anterior - o índice mais elevado
entre os Brics. Analistas afirmam que a combinação de desaceleração do crescimento e
alta inflação tornou difícil para o Banco Central do país formular suas
políticas. Cortes nas taxas de juros poderiam estimular o crescimento,
mas devem tornar a inflação pior. O PIB do país crescerá 6,1% em 2012, segundo o FMI. O governo se
comprometeu a atrair mais investimento estrangeiro e acelerar projetos
de infra-estrutura e energia.
JAPÃO
O país está se recuperando das grandes catástrofes do ano passado Os
exportadores estão preocupados com os problemas da zona do euro e com a
desaceleração da economia americana O crescimento do país neste ano deve
chegar a 2,4%, segundo FMI. O Japão, que chegou a ser a segunda economia do mundo, está se
recuperando do terremoto seguido de tsunami e da crise nuclear do ano
passado. Dados recentes mostraram que o Japão, um dos principais exportadores do mundo, não estava exportando tanto quanto costumava. Na verdade, estava importando massivamente - incluindo um gasto
adicional com energia devido à paralisação das centrais nucleares. A moeda forte também prejudicou os exportadores, pois tornou seus produtos mais caros para compradores estrangeiros. Porém, o ânimo do país está melhorando. A pesquisa Takan mostrou que a
indústria manufatureira está menos pessimista em relação aos negócios. O FMI prevê um crescimento de 2,4% para o país em 2012 e 1,5% em 2013.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1121269-qual-pais-vai-puxar-a-recuperacao-da-economia-global.shtml (acessado em 17/07/2012 às 13:07 hs)
sexta-feira, 13 de julho de 2012
PIB da China desacelera para 7,6%, menor nível em três anos
O governo da China anunciou na manhã desta sexta-feira (noite de quinta em Brasília) a desaceleração de seu Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre do ano, com um crescimento de 7,6%.
O número é o menor a ser registrado pelo país asiático desde o primeiro trimestre de 2009, em meio ao auge da crise financeira dos Estados Unidos. Em números absolutos, o PIB chinês chega a US$ 3,55 trilhões.
Os principais responsáveis pelo resultado reduzido apontados pelo banco central chinês são a diminuição das exportações para a Europa, a estagnação do setor imobiliário e a inabilidade do governo em estimular o aumento do consumo interno.
Além do crescimento econômico, o país divulgou os números do comércio e da indústria em junho. As vendas do varejo apresentaram alta de 12,1%, desacelerando em relação a maio, quando foi registrado um aumento de 13,8%.
Em relação à produção industrial, houve ligeira queda de 0,1 ponto percentual no mesmo período, passando de 9,6% para 9,5%.
Arte Folha | ||
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REDUÇÃO
O resultado do índice é o mesmo apontado por economistas da agência Dow Jones na última segunda (7). O próprio governo já reduziu sua expectativa de crescimento de 8% para 7,5% em 2012.
A economia chinesa é muito dependente dos investimentos e das exportações, enquanto o consumo interno está pouco desenvolvido. O governo tenta há vários anos corrigir esse desequilíbrio, mas sem muito êxito.
Os investimentos, sobretudo em infraestrutura, foram incentivados pelo governo após a crise financeira de 2008, enquanto a expansão do crédito fez com que a inflação chegasse a 6,5% interanual em julho de 2011.
Frente à desaceleração do crescimento, que passou de 9,2% no ano passado para 8,1% no primeiro trimestre de 2012, o governo não quer abrir novamente o crédito por temor de uma disparada da inflação, que caiu para 2,2% no mês passado, seu menor índice em 29 meses.
DESACELERAÇÃO
Nos últimos meses, a economia chinesa registrou desaceleração mais brusca que o esperado, provocando medidas de estímulo, que incluem a redução do depósito compulsório bancário. No entanto, as reformas mais profundas terão que esperar a transição na cúpula do Partido Comunista, prevista para outubro.
Em meio a números preocupantes da economia chinesa, o premiê do país, Wen Jiabao, afirmou na terça (10) que sua prioridade é estabilizar o crescimento.
Os últimos indicadores mostram uma queda da inflação e das importações e colocaram em evidência a desaceleração da economia chinesa, considerada o motor da economia mundial e que pode, inclusive, ter efeitos para o Brasil, de quem é o principal parceiro comercial, como grande importador de commodities.
"Estabilizar o crescimento não só é a tarefa mais urgente, é também uma tarefa difícil e longa", declarou Jiabao em dois seminários dedicados à situação econômica do país, segundo comunicado emitido pelo governo.
Entre as ações para apoiar o crescimento, Jiabao ressalta o "estímulo ao consumo", a "diversificação das exportações" e "de forma mais importante, o apoio a um crescimento racional do investimento".
Já os exportadores chineses são afetados em parte pela crise na Europa, com o crescimento das exportações registrando uma desaceleração a partir do ano passado.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1119482-pib-da-china-desacelera-para-76-menor-nivel-em-tres-anos.shtml (acessado em 13/07/2012 às 12:05 hs)
terça-feira, 10 de julho de 2012
Crise na Síria
ONU e EUA se desentendem sobre papel do Irã na crise Síria
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
O enviado especial da ONU para a Síria, Kofi Annan, visitou nesta terça-feira o Irã e disse que o país, aliado do ditador sírio, Bashar Assad, tem papel crucial na busca por uma solução pacífica aos confrontos no país vizinho.
A declaração não foi bem recebida pelos EUA. "Não acredito que nada possa argumentar de maneira séria que o Irã teve um impacto positivo na evolução da situação na Síria. Este é nosso ponto de vista", disse o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.
Annan viajou para o Irã justamente para tentar incluir o país persa nas negociações com o regime sírio, já que Teerã foi vetada da última reunião dos países Amigos da Síria, a pedido de Washington.
Durante a visita, o Irã se ofereceu como mediador para as negociações de paz na Síria e alertou que uma decisão errada pode causar uma catástrofe na região.
Para a Casa Branca, é essencial que a comunidade internacional se una em torno do plano de paz desenhado por Annan. Segundo os EUA, o plano de formar um governo de transição não inclui Assad. As aliadas sírias Rússia e China, contudo, discordam.
Annan, contudo, disse que o Irã desempenha um papel positivo para a solução do conflito na Síria, que exige uma negociação com a participação de Damasco e todos os demais grupos políticos.
"A participação do Irã para ajudar a selecionar a crise na Síria é importante e necessária e essa é a razão pela qual voltei ao Irã", disse Annan, que já havia viajado à capital iraniana em 10 de abril.
Antes de chegar a Teerã, Annan conversou em Damasco com Assad, que aceitou a aplicação do plano de paz e propôs que o cessar-fogo foque, primeiro, nas áreas de mais violência, para depois ser espalhado pelo resto do país.
O conflito sírio, iniciado em março de 2011, já deixou 10 mil mortos, segundo a ONU. Ativistas da oposição, contudo, falam em 17 mil mortos.
Apesar das declarações contundentes dos EUA e dos líderes europeus pela renúncia de Assad, o apoio da China e Rússia, ambas com poder de veto no Conselho de Segurança, impediu qualquer ação mais contundente.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1118140-onu-e-eua-se-desentendem-sobre-papel-do-ira-na-crise-siria.shtml (acessado em 10/07/2012 às 20:38 hs)
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Crise na América Latina
Paraguai apresenta recurso contra suspensão no Mercosul
O governo do Paraguai apresentou nesta segunda-feira um requerimento ao
Tribunal Permanente do Mercosul para restabelecer seus direitos no
bloco, do qual foi suspenso temporariamente, e para fazer oposição à
inclusão plena da Venezuela.
A equipe jurídica do governo realizou o trâmite perante o Tribunal
Permanente, com sede em Assunção, como já tinha anunciado na semana
passada o chanceler José Félix Fernández Estigarribia em entrevista
coletiva.
A denúncia foi feita "contra a suspensão do Paraguai e a declaração
através da qual a Venezuela foi incorporada como Estado membro, ambas
decisões contrárias ao Tratado de Assunção, ao Protocolo de Ouro Preto e
às normas gerais do direito internacional", disse aos jornalistas o
advogado Ernesto Velázquez.
Velázquez, da equipe jurídica do governo, assegurou que o Paraguai
considera que "estas disposições são nulas" e que "não podem ter jamais
aplicação e efetividade jurídica".
Além disso, o advogado destacou que o governo de Federico Franco,
presidente desde que Fernando Lugo foi destituído pelo Senado, em 22 de
junho, exige a devolução plena das atribuições do Paraguai dentro do
bloco.
O Mercosul suspendeu o Paraguai até as próximas eleições do país, que
estão previstas para abril de 2013, em uma cúpula realizada no dia 29 de
junho na cidade argentina de Mendoza, onde Brasil, Uruguai e Argentina
também aprovaram a entrada plena da Venezuela, bloqueada há anos no
Senado paraguaio.
VIOLAÇÃO
Nessa ocasião, a União de Nações Sul-americanas (Unasul) considerou que o
Paraguai sofreu uma "quebra" democrática com a cassação de Lugo em um
acelerado "julgamento político" no Legislativo.
Velázquez insistiu que o Mercosul violou com suas resoluções o
"princípio de igualdade jurídica entre os Estados" e "o princípio da
não-intervenção".
Ele detalhou que o processo, de cerca de 60 páginas, será enviado a
todos os juízes do Tribunal Permanente, assim como aos governos dos
Estados membros e que essa instância tem um prazo de 60 a 90 dias para
emitir uma decisão sobre o assunto.
O governo realizou esse trâmite um dia antes do Conselho Permanente da
Organização dos Estados Americanos (OEA) realizar em Washington uma
sessão extraordinária para analisar o relatório sobre o Paraguai da
missão liderada pelo secretário-geral da entidade, José Miguel Insulza,
que visitou Assunção há uma semana.
Franco, que chegou à Vice-Presidência do Paraguai em 2008 como
companheiro de chapa de Lugo e que pertence ao Partido Liberal Radical
Autêntico (PLRA), assumiu o poder em 22 de junho passado, poucas horas
depois do Legislativo destituir o governante por mau desempenho de suas
funções.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1117543-paraguai-apresenta-recurso-contra-suspensao-no-mercosul.shtml (acessado em 09/07/2012 às 20:00hs)
2ª série EM - Matrizes culturais do Brasil
Existe diferença entre os termos "raça" e "etnia"?
O termo raça tem uma variedade de definições geralmente utilizadas para descrever um grupo de pessoas que compartilham certas características morfológicas. Já a palavra etnia significa "gentio", proveniente do adjetivo grego ethnikos. O adjetivo se deriva do substantivo ethnos, que significa gente ou nação estrangeira. É um conceito polivalente, que constrói a identidade de um indivíduo resumida em: parentesco, religião, língua, território compartilhado e nacionalidade, além da aparência física.
Composição étnica da população brasileira
A população brasileira foi formada a partir de três grupos fundamentais: o branco europeu, o negro africano e o ameríndio. Antes da chegada dos portugueses, o território era habitado por milhares de povos indígenas (sobretudo dos grupos tupi e jê ou tapuia). A partir da colonização, a maior parte da população indígena foi exterminada, dela restando hoje apenas alguns milhares de indivíduos.
Os negros africanos, pertencentes sobretudo aos grupos bantos e sudaneses, foram trazidos como escravos para trabalhar na agricultura (cana-de-açúcar, café) e na mineração (ouro e diamantes). Além dos portugueses, outros europeus também contribuíram para a formação da população brasileira, através da imigração, principalmente a partir de 1850 (alemães, italianos, espanhóis).
A miscigenação desses três grupos étnicos deu origem aos mestiços: mulatos (descendentes de brancos e negros), caboclos (de brancos e ameríndios) e cafuzos (de negros e ameríndios). Há ainda uma parte formada por descendentes de povos asiáticos, especialmente japoneses. Para a formação do contingente populacional do país, a imigração em si pouco representou (pouco mais de cinco milhões de indivíduos, desde a Independência, dos quais 3,5 milhões permaneceram no país) e praticamente cessou a partir do final da segunda guerra mundial.
Fonte:
http://www.scielo.br/pdf/dpjo/v15n3/15.pdf (adaptado, acessado em 09/07/2012 às 17:28 hs)
http://www.brasilescola.com/geografia/composicao-etnica-brasileira.htm (adaptado, acessado em 09/07/2012 às 17:25 hs)
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